segunda-feira, 13 de agosto de 2012

ONDE ESTÁ A REFORMA


           Quando primeiramente se elege fatos deprimentes ocasionados por associados ao governo quais sejam “figurões” do mundo político brasileiro que por indícios provocados por ações corruptas que, “forçosamente” foram exonerados de seus respectivos cargos e por sua vez parte majoritária da sociedade política se tornou distante desse questionamento, por entender que as culturas políticas enraizadas das origens tradicionais, elevam esse conceito. Conquanto os segmentos políticos ouçam comentar a reforma política diante de sua importância seria palco das discussões que fosse levada a sério. O Brasil parou neste conceito em função das eleições municipais deste ano, assim vai sendo “empurrado” para depois bem a gosto do corporativismo imperante do domínio político da nação. A reforma está em tramitação no Congresso anda capengando, o parlamento não está nem aí, apenas procura maquiar ações corruptas de seus Pares, como se atos escusos não se programasse a ordem do dia. Seria de bom alvitre imputar aos eleitores boa parte do que está acontecendo, principalmente delegar pelo poder do voto os destinos da nação. Mas como: se está delegação está implícita na compra de votos. Diante dos acontecimentos seja por mais necessária a reforma política principalmente a formatação da legislação eleitoral. Por esta razão entendemos que nem mesmo o povo através de representações da sociedade ousa se manifestar quando seria a população a maior interessada neste aspecto. O assunto deveria ser bem acompanhado pela sociedade brasileira, entretanto a cultura política da maioria de nossa gente passa despercebida no momento incomum que o Congresso experimenta. A reforma política pode-se deduzir que líderes de partidos aliados e de oposição apostam que o Congresso vai enlear o que a nosso ver não deixa de ser lamentável se não deveras imperdoável. Dívida que o Congresso Nacional contraiu com a nação ainda na Constituinte e repetiu na “simulada” revisão constitucional na qual os Congressistas quase nada decidiram do ponto de vista institucional. A despeito de muito de bom para democracia que a Constituinte produziu o sistema eleitoral proporcional e o sistema partidário, suscitado pouco significado de aprimoramento. Creiamos seja oportuno colocar propostas alternativas ao parlamentarismo do primeiro turno, e ao sistema eleitoral, numa modalidade que permita um presidencialismo capaz de conviver com as medidas provisórias uma essência do parlamentarismo. Pensamos tratar-se o mínimo de uma urgente e importante reforma política numa grandiosa tarefa que urge ser equacionada. Neste termo conclamamos a sociedade política no sentido de se mobilizar buscando alternativas e por este modo entrar no universo da política oferecendo um leque de propostas para estabelecer um conjugado de ideais que serviriam como estima comum da reforma.
Antônio Scarcela Jorge      

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